[ Coronavírus ] Qual o custo do exame e da internação em caso de infecção?

Como todos sabemos,  o novo Coronavírus (COVID-19)  é um vírus que vem se alastrando pelo mundo, que traz  uma doença que de início se parece com uma gripe, mas em muitos casos se torna mais perigosa, podendo desenvolver uma pneumonia infecciosa grave, atacando não só os pulmões, mas também outros órgãos vitais do paciente, como o estômago e até os vasos sanguíneos, o que leva uma boa parte dos pacientes precisar de auxílio de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Ai você provavelmente deve estar se perguntando: Qual o custo do exame e da internação em caso de infecção do Coronavírus?

No decorrer desta matéria iremos responder a esta pergunta e outras que estão surgindo em nossas mentes por conta do momento que estamos vivendo.

Quais as alternativas além do SUS? 

Como já mencionado em nossa matéria no blog, o Sistema Único de Saúde (SUS) está defasado e inapto a atender a demanda já existente de leitos de UTI. Isso faz com que pessoas não associadas a um plano de saúde recorram a internações particulares nos hospitais, em busca de salvar a vida de um ente querido, atitude qual pode ser a diferença entre a vida e a morte de um paciente.  

Para que escolher o atendimento particular, quais são os custos? 

O momento em que alguém recebe a notícia de que seu ente querido necessita de uma internação de UTI, por si só já é uma notícia de forte impacto emocional e por isso todos precisamos estar preparados. Um fator que pode elevar a ansiedade neste momento são os altos custos de uma internação em Unidade de Tratamento Intensivo.  

Em hospitais mais bem avaliados do Brasil como por exemplo, Hospital Israelita Albert Einstein cobra um valor de aproximadamente 3 mil reais só pelo uso de 24 horas de oxigênio, elemento  essencial para manutenção da vida humana, isso sem contar o custo de estadia de vaga da UTI que começa em um valor de R$ 4.024 reais, e dos insumos usados e as visitas médicas (cobradas à parte) o que pode deixar ainda mais a conta. 

 É verdade que a vida não tem preço, mas muitas pessoas que são internadas em hospitais como Albert EinsteinHospital Sírio-LibanêsHospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospitais da rede D’or e outros, podem sair com uma conta de milhares ou até milhões de reais para pagar, o que pode causar outras consequências para a família.  

Agora se você reside no interior paulista e depender de internação particular, os valores são um pouco menores.  Por exemplo, no Hospital Bragantino o preço da diária de uma internação em UTI sai por R$ 1.200,00 reais apenas pela hotelaria.  

Além deste valor, o paciente terá o custo diário de oxigênio pode chegar a R$ 456,00 reais, todos os insumos como agulhas, tubos, remédios, entre outros utensílios médicos, assim como cada uma das visitas dos médicos, que é cobrado a parte. 

 Em outros hospitais, como o Albert Sabin em Atibaia, nos disseram que não passam um valor antecipado exato por diária, mas antes da internação em UTI, solicitam que se deixe um calção de 30 mil reais.  

Segundo nos foi informado, a média de gasto diário com todos os serviços que uma pessoa em um caso não muito grave, gira em torno de 3 a 5 mil reais, o que em no máximo 10 dias chega no valor do calção, sendo que o tempo de uma internação pelo novo Coronavírus (COVID-19) tem uma média de 15 dias em casos graves. 

Essas informações foram coletadas diretamente com o hospital Albert Sabin e repassadas pelo setor de tesouraria, mas é importante ressaltar que esses custos são valores de base, não são valores exatos e podem variar de acordo com o quadro geral do paciente, a quantidade de exames solicitados pelo médico, quais e quantos procedimentos forem necessários para prorrogar a vida do paciente e muitos outros fatores que podem interferir neste custo. Cada paciente pode reagir de forma diferente e assim não é possível ter um o valor exato, apenas estimativas.  

Diante deste cenário qual a melhor solução? 

Diante deste quadro e risco real, existe uma rota de saída segura, que pode proteger tanto a saúde quanto o equilíbrio financeiro das famílias brasileiras. As famílias e as empresas devem se proteger com um contrato plano de saúde que, uma vez contratado, além da proteção contra todo o tratamento para o novo coronavírus, a família estará coberta para todos os tratamentos que estão no rol da ANS , desde exames, consultas, cirurgias, internações, e todos os tratamentos de que as pessoas necessitam, gerando assim uma grande economia no custo da manutenção da saúde de sua família, mantendo o equilíbrio e a saúde financeira em tempos de crise. 

Veja uma simulação 

Suponhamos que dois homens na faixa dos 40 anos fossem ao hospital Albert Sabin com suspeita de estar com o novo coronavírus. O primeiro pagaria seu tratamento no particular. Seu exame de confirmação para COVID-19 custaria em torno de R$ 370,00 reais.  

Caso confirmado e o paciente desenvolver a doença a um caso crítico e houver a necessidade de ele ser internado na UTI, a princípio teria que deixar com o hospital citado acima, um total de 30 mil reais como calção. Mas depois de todas as despesas contabilizadas, o total dos gastos poderiam chegar facilmente a mais de 100 mil reais, dependendo do quadro clínico e tempo de internação.  

 
Já o segundo homem, também com 40 anos de idade, possui um contrato de plano de saúde empresarial GNDI 400 (Grupo Notredame Intermédica) com abrangência em mais de 50 cidades. Ele estaria pagando, se fizesse sua contratação hoje, R$ 190,39 de mensalidade no seu plano interior regional na modalidade empresarial, que pode ser feita à partir de 2 pessoas. 

Com este valor de pagamento mensal, ele teria todo tratamento de saúde coberto pela operadora e ainda teria direito a todos os benefícios que o plano de saúde oferece como consultas de rotinas, exames, atendimento de urgência/emergências e tudo o que estiver contemplado no rol da ANS para coberturas dos planos de saúde. 

No entanto, com todo esse caos instaurado pelo novo Coronavírus (COVID-19), a saúde privada também enfrentará desafios. O virologista Paolo Zanotto, doutor e professor da Universidade de São Paulo, a USP disse: “O coronavírus exige no mínimo 65 vezes mais hospitalizações que a gripe”.  

 
Ainda não temos uma noção exata do tamanho que essa pandemia assumirá no país, nem o quanto afetará tanto na rede pública quanto privada de hospitais. Medidas estão sendo tomadas para tentar suportar a demanda, hospitais grandes já iniciaram obras para aumento de leitos de UTI, hospitais de campanha estão sendo instalados, equipamentos e insumos sendo comprados.  

Operadoras que atendem principalmente os maiores de 60 anos, fizeram ajustes drásticos para dar conta da demanda, como a Prevent Sênior, que isolou um hospital só para o atendimento de pessoas com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus (COVID-19).  

Por que é importante agir o quanto antes? 

Embora exista um grupo de maior risco, como os idosos, hipertensos, diabéticas e outras patologias pré-existentes, devemos nos lembrar que qualquer pessoa pode ter um quadro de agravamento.  

Ainda não existem dados científicos exatos sobre este assunto. Devemos nos lembrar também que quando se trata de pessoas acimas dos 60 anos, os custos de tratamento são geralmente maiores que os dos mais jovens, pois demandam mais tempo para se recuperar da doença, passando mais tempo dentro da UTI, o que pode gerar maiores despesas até mesmo para o planos de saúde. O alto custo das internações e dos exames, não deixará de afetar as operadoras de planos de saúde. 

É possível que hospitais particulares passem a cobrar mais pelo uso de suas UTIs e cuidados médicos, até porque muitos dos seus funcionários também estão sendo afastados do trabalho por causa da contaminação do novo Coronavírus (COVID-19), gerando despesas maiores para estes hospitais.  

Em consequência de tudo isso, fica evidente que pode se iniciar uma tendência de alta de preços para novas contratações de planos de saúde. A operadora de plano de saúde necessita ter um ótimo equilíbrio orçamentário para cobrir os altos gastos que terão de suportar neste período.   

 
No entanto, as pessoas e empresas que já têm o seu contratado o plano de saúde, podem ficar tranquilos, porque estes, sofrerão apenas os aumentos programados que ocorrem uma vez por ano, ou na mudança de faixa etária, conforme seu contrato. 

Mas muitas vezes, pessoas e empresas nos surpreendem. Como uma forma de ajudar o sistema de saúde do país, duas das maiores operadoras do Brasil a Amil Assistência Médica e o Grupo Notredame Intermédica (GNDI), estão oferecendo seus planos com descontos nas tabelas na modalidade empresarial.  

Essas ofertas beneficiam desde pequenas empresas, a partir de duas pessoas e beneficia também as médias e grandes, para que todos possam ter acesso ao melhor que o sistema particular de saúde pode oferecer. Até mesmo empresas enquadradas no MEI (Micro Empreendedor Individual), podem ser atendidos nesta tabela promocional. 

 Os preços da Notredame Intermédica partem de R$ 55,44, e da Amil partem de R$ 70,57 para contratos de 2 a 29 vidas. Mas para se ter um valor exato para sua situação, deve-se levar em consideração a categoria do plano escolhido, o tipo de sociedade da empresa, as idades dos beneficiários, e a região de abrangência do atendimento. 

  
Nesse momento de crise precisamos nos unir. Toda a equipe da Long Life, está trabalhando sem medir esforços para auxiliar a todos os seus clientes, amigos e a todas as pessoas e empresas que necessitarem de apoio, ajuda e assessoria no segmento que é a sua especialidade, planos e seguros saúde.  

Se você ainda não possui um plano, podemos te ajudar a contratar com facilidade um plano que proteja a todos os que você ama e que se encaixe em seu orçamento. 

Sabemos que o momento é difícil, então estamos ajudando também famílias e empresas a reduzir os custos com seu plano de saúde, mas buscando manter toda a família protegida. 

Se você achar que seu plano também não oferece a rede de clínicas, laboratórios, hospitais ou reembolsos que você necessita, também podemos ajudar. 

Então não perca tempo, agora é a hora de proteger a sua família, seus funcionários e o seu patrimônio, entre no link abaixo e contate um de nossos consultores. 

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Fontes: 

Exame 
ALMEIDA, Marilia. Os preços médios dos planos de saúde particulares no Brasil, São Paulo, 06 de ago. de 2015. Disponível em: < https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/os-precos-medios-dos-planos-de-saude-particulares-no-brasil/> 

Época 
SEGATO, Critiane. O lado oculto das contas de hospitak, São Paulo, 28 de mai. de 2014. Disponível em: < https://epoca.globo.com/ideias/noticia/2014/05/o-lado-oculto-das-bcontas-de-hospitalb.html/> 

National Geographic 
McKeever, Amy. Coronavírus – O que faz ao Corpo Humano, São Paulo, 06 de ago. de 2015. Disponível em: < https://www.natgeo.pt/ciencia/2020/02/coronavirus-o-que-faz-ao-corpo-humano

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